domingo, 28 de março de 2010

Poema silente



Poema silente


Na penumbra
tateio a distancia
entre minha boca e a sua
entremeio teus lábios
voraz bebo teu beijo
no céu da tua boca
respiro ofegante
num poema silente
declamo meus sonhos
escuto tua alma
latejando de desejos

(Van Albuquerque)
22/02/10

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