sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Amei demais!...


Amei demais!...


Meu coração, entregou-se...
Amou demais
desiludido, calou-se

Já não derrama palavras
nem sopra rimas 
ao sabor do vento

No papel, minhas letras
perderam o colorido quente
da paixão...

Meu amor hoje
tem cores pastéis...
Escreve na minha alma
uma poesia sem cor...

(Van Albuquerque)
15/12/08

Amar-te


Amar-te


Amar-te, é ver a saudade
chegar de repente...
Ouvir sua voz, na brisa
que acaricia as ondas do mar

Amar-te, é sentir sua ausência
drenando minha alma...
Semeando, lágrimas mornas
em meus olhos

Pincelando minha face
retocando, feito brasa o gosto
do seu último beijo
em minha boca...

(Van Albuquerque)
14/12/08

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Você em mim!...


Você em mim!...


Noite chuvosa...
Insone, as lembranças versejam
em minha mente...

Lembro-me de tuas mãos...
Suas carícias sôfregas
incendiando minha pele

Dispo-me!...
Na penumbra, meu corpo
se veste de desejos...

Sinto suas mãos, me afagando
vestindo, cada poro meu...
Você está aqui, em mim!...

(Van Albuquerque)
13/12/08

Em teu corpo...



Em teu corpo...



Abraçada a ti
desnudo minha pele
agasalho minha alma
feito poeta, inspiro-me...


Em teu corpo...
Margeia, uma noite quente
repleta de desejos...
Sedenta, adentro labirintos
encontro novos caminhos...


Minha língua
caminha úmida...
incauta, abrasa de desejos...
Descobre novas palavras
ácida, verseja...


Nossos corpos, entrelaçados
alquimia de carinhos, cheiros
êxtase pleno, prazer !...
Ávida, engulo cada gemido...

(Van Albuquerque)
12/12/08

Meu sabor...


Meu sabor!...


Ainda sinto
em meus lábios
um gosto solitário
do teu beijo desnudo...

Sua boca molhada
morna...
Navegando por cada poro
da minha pele nua...

Seu olhar astuto
saboreando meu corpo
decorando meu cheiro
meu sabor!...

(Van Albuquerque)
11/12/18

Palavras mudas


Palavras mudas


Fiz-me poeta
para escrever
nos versos da saudade
meus sentimentos...

Palavras mudas
ecoando soltas
dentro do meu coração
vazio e frio...

Atrevida, escrevo-as
num papel de seda ...
Amarrotado pelo tempo
perfumado de lembranças..

Letras deliram
no dicionário, de recordações
copiam palavras...
Minha boca devaneia!...

Uma palheta de sonhos
aquarela sentimentos
Tristeza em meu olhar
enfeita-se de felicidade...

Escrevendo, palavras mudas
minha alma poeta
escreve meu amor
colore de vontades esse poema

Assim, palavras coloridas
gesticulam, emudecidas ...
Meu coração ansioso
grita de desejos por ti!...

(Van Albuquerque)
09/12/08

Descaminhos de nós...


Descaminhos de nós...


A memória de meus olhos
encontra-se, em desalinho...
Chorando junta
momentos, doces lembranças
que ficaram de nós...

Meu amor, sem pressa
esperava-te, escrevendo nos versos
pequenos fragmentos de nós...
Você não tinha hora para chegar
nem para partir, mas vinha...

Trazendo nas mãos
todo teu carinho, amor ...
Na doçura do seu sorriso
entregava-lhe meus medos
vivia meus anseios...

A vida fez um desvio
na curva, o destino foi algoz
impiedoso, teceu
um novo caminho...
Nos perdemos de nós!...

Minha alma solitária
hoje rabisca, num mapa
traça nossos caminhos...
Caminhos, que sempre
me levam a descaminhos de nós...

O tempo, para nós será um riacho
seguindo, um curso lento...
Nosso amor será levado pela brisa
por descaminhos, que serão disfarçados
pelo grito sufocado, da saudade...

(Van Albuquerque)
07/12/08

Desejos de verão



Desejos de verão


Sol quente, desejos de verão
revela na alma, paixão...
Mar azul, infinito
ondas brancas, redondas
densas, engolem a areia ...

Meus lábios de nuvens
ensolarados e sedosos
oferecem a ti, minha boca...
Um suco suado
num beijo adoçado!...

Nossos corpos, molhados
volúpia entrelaçada...
De sua boca viajante
desejo escorre melado...
Por minha pele, caminha...

(Van Albuquerque)
06/12/08

Mar de poesias


Mar de poesias


O olhar triste
ouve o rumor surdo
de lágrimas, desaguando
melancolia na face...

Dentro do coração
avolumam-se...
Silenciosas, sussurram
Tornam-se mar...

Ondas caladas
sucedem-se ...
Afundam as letras
afogam na alma, as palavras...

Poeta compõe ...
Tristeza, navega à deriva
num barco de papel...
Naufraga, no mar de poesias

(Van Albuquerque)
05/12/08

Contemplação


Contemplação


Do caule tenro e verde
Desponta exuberante
Botão branco de rosa
Desconcertante beleza
Toca o meu olhar cativo
Gotas de orvalho cristalinas
Aconchegam-se preguiçosas
Pairam nas pétalas delicadas
Umedecem sentimentos
Regam aridez do coração
Lavam a saudade
Perfume suave que alicia
Alivia a dor da tristeza
Como se recitassem poesia
Abastecendo meu corpo
Mente e alma com suaves
Doses mornas intermitentes
Uma sensação aveludada
Da paz já tão esquecida
Momento de encantamento
Provocado pelo vislumbre
Do meu olhar apaixonado

(Van Albuquerque - Ricardo G Denunes)
03/12/08

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Desejo



Desejo



Na noite quente
desejo brota, entre os lençóis...
Calafrio, arrepia a pele
dilata os poros
feito uma flor, desabrocha...
Corpo estremece
ansiando, por sentir
uma gota
do néctar agridoce
diluindo os desejos...

(Van Albuquerque)
01/12/08

Tarde de outono


Tarde de outono



Tua ausência
chega com o frescor
suave do vento
na tarde quente, de outono

No banco vazio
as folhas esmaecidas
estão entristecidas
caídas no chão...

Sinto no ar, o perfume
de sua presença
o cheiro adocicado
do seu amor...

A tarde de outono
faz da minha solidão
uma dor perene...
Que machuca, dói!

Dentro da minha alma
lateja a saudade ...
Feito uma folha esmaecida
voando ao sabor do vento

(Van Albuquerque)
30/11/08

Coração inquieto




Coração inquieto



Saudade invade, o silêncio
vazio de nós...
Coração inquieto
não se aquieta
pulsa, dentro do peito...
Meu corpo trêmulo
sente seu toque
calor do teu carinho ...
Meu lábios vermelhos
entreabertos...
Sussurram sedentos
pelo sabor do seu beijo!...

(Van Albuquerque)
27/11/08

Paixão proibida


Paixão proibida



Paixão proibida
chega quieta
insinuante e muda

Exala cheiro de pecado
embarga a voz
ensandece os sentidos

Perfume doce alucina
embriaga a alma
alucina de amor

Paixão não sossega
explode ávida
toma conta da mente

Coração dentro do peito
arde feito fogo
devaneia de desejos...

(Van Albuquerque)
26/11/08

Leia-me


Leia-me...


Emudeça em ti
o silêncio...
Leia-me, no tom esverdeado
taciturno do teu olhar

Fala-me ao ouvido
teus sentimentos...
No eco das palavras
envolva-me em ti

Sussurre beijos
molhe a minha boca
semeie teus desejos
germine seu amor...

(Van Albuquerque)
24/11/08

Brumas da saudade


Brumas da saudade


O silencio divaga comigo
pequenos detalhes
lembranças carinhosas
embrenham-se
nas rimas do poema...
Nas brumas da saudade
minha alma me lê
meu coração, te chama
revive os momentos
de nós dois...

(Van Albuquerque)
21/11/08

Solidão de ti


Solidão de ti


O sol brilha
fumegante lá fora
dentro de mim, chove
uma chuva fria...
Transborda em minha alma
uma solidão, densa de ti...
Silenciosa, se enleia
nas fendas da saudade
inunda meu coração
nubla de tristeza
o meu olhar...

(Van Albuquerque)
20/11/08

Poeta menino


Poeta menino


Poeta teu jeito menino
irreverente e ousado
encanta os corações de toda gente...
Tu brincas, com as palavras faz poesia

De seus dedos escorrem
todos os sentimentos, mistura homogenia
deleite suave, jardim que inebria
versos vorazes, alegria que contagia...

Algumas vezes, leio tua alma entristecida
aflito teu coração, tomou sua frente
no papel escreve
não chora mais escondido...

Teus versos vorazes
tornam-se poesia triste...
Logo, apagam-se as lágrimas
renasce o poeta menino, que tanto admiro!

(Van Albuquerque)
20/11/08


Poema dedicado carinhosamente
ao amigo e poeta Maxuel Scorpiano

Fome de ti



Fome de ti



Meu olhar em brasa
pousa no teu...
Em meu corpo, nasce
insana fome de ti
desejo se alastra
toma conta de mim...
Troca de carinhos
corpos entrelaçados
volúpia...
Minha pele respira
o sabor cálido
de suas carícias
sem fim...

(Van Albuquerque)
19/11/08

Poeta...


Poeta...



A noite chega, vagarosa
triste, inspira poesia...
O poeta divaga, solitário
das palavras, ouve o silêncio


Rabisca no papel, um verso
sua alma, faz-se berço
em suave melodia, embala-o
nina a poesia...


Na madrugada, o poeta insone
acorda a poesia, apaga estrelas
esconde a lua, acende o sol
a noite triste, se faz dia...


Os versos do poeta, voam
não longe dali
fascinam, um olhar sonhador
enternecem, uma alma solitária


O poeta faz serenata
encanta a noite, fecunda sonhos
arrouba, almas solitárias
aquece de amor, os corações...

(Van Albuquerque)
18/11/08


Poema dedicado ao amigo
e nobre poeta Ricardo G. Denunes

Sem você...


Sem você...


Sem você, fico triste
sua ausência fere minha alma
busco-te nas lembranças...
Por tanto amar
saudade, faz brotar em mim
inspiração fugaz
escrevo versos de amor...
Assim, engano a saudade
afago meu coração
apaixonado por ti

(Van Albuquerque)
17/11/08

Noite silenciosa


Noite silenciosa


Lá fora, silenciosa a noite passeia
madrugada, chega gelada
chuvosa, sussurra com o vento
brisa fria, acorda o meu sono

No silêncio da noite, soluço
lágrimas em mim, desabam
cresce a sua ausência
assombram-me, infinitos desejos...

Desatinada me dispo, invento-te
da solidão faço um ninho
agasalho meu corpo frágil
na saudade dormito os anseios

(Van Albuquerque)
16/11/08

Aromas


Aromas


A suavidade da manhã
acorda o meu olhar
sonda meus pensamentos
revira meus segredos
desfolha um sorriso
te desenha no ar...
Um aroma de sonhos
recheado de desejos
perfumado de felicidade
em meu olhar se faz!...

(Van Albuquerque)
14/11/08

Entre nós


Entre nós



Sinto que entre nós
tudo está se desmanchando
nosso amor
está chegando ao fim
ruindo devagar...
Entre nós está faltando
seu carinho
está faltando o seu amor!...

(Van Albuquerque)
13/11/08

Nós...


Nós...


De nós dois
lembro-me somente
do seu olhar ausente

Nada mais restou
em mim!...

( Van Albuquerque)
12/11/08

Teu perfume


Teu perfume


Fragrância inebriante
aroma implícito
sem fim...
Fascínio ardente
selvagem e quente
arrepia minha pele...
Teu perfume
impregnado em mim!...

(Van Albuquerque)
12/11/08

Novos desejos...


Novos desejos...


Ondas atrevidas, nos beijam
sinto aflorar em nós
novos desejos...
Tua respiração ofegante
me inebria e seduz
entrego-me a ti, sem pudor...
Apaixonados, nos amamos
na imensidão das ondas densas
azuis do mar...

(Van Albuquerque)
11/11/08

Desejos


Desejos


Teus lábios silentes
despem-se da lucidez...
Na penumbra
tateiam minha pele
vestem-se de desejos!...

(Van Albuquerque)
10/11/08

Solidão poética


Solidão poética


Surge, dentro de mim
uma solidão poética
terna, me invade
encanta meus sentidos...
Meu olhar murmura
chama pelo amor
tece em palavras
meus sentimentos
devaneia...
Na folha em branco
um poema
inacabado, de mim
transpira de desejos...

(Van Albuquerque)
08/11/08

Sonhei ser uma borboleta


Sonhei ser uma borboleta


Sonhei ser uma borboleta
voando livre
no céu azul de cetim

Bailando, de flor em flor
rodopio feliz
faço festa no ar

Busco o teu perfume
sabor adocicado, de seu mel
para me saciar...

Exausta, pouso
minhas asas coloridas
em meu jardim imaginário

Encontro-te, adormecido
entre as pétalas cálidas
de meus desejos

(Van Albuquerque)
10/11/08

Sem você


Sem você


Sem você
o tempo não passa
me atormenta...

Degusta a saudade
que sinto de ti
me invade e dói...

A saudade
em meus olhos
molda minhas lágrimas

Gotas incolores
se transformam
num rio de desejos

Uma cachoeira
de amor
impaciente...

(Van Albuquerque)
07/11/08

Lembrar nosso amor


Lembrar nosso amor


Esta noite
quero sonhar contigo
na penumbra
devanear...
Lembrar nosso amar
um pouco mais
do que restou de nós !...

(Van Albuquerque)
03/11/08

Quem és tu?


Quem és tu?


Quem és tu?
Que mergulha, na solidão densa
de seus sentimentos
para nos encantar, com sua poesia...


Poetando, segue seu caminho
devaneia com as letras...
Adentra, o âmago de seu ser
desperta as palavras, colore as rimas


Desfolha palavras, escreve com a alma
mesmo que seus versos
estejam carregados, de tristeza
solidão e dor


Sente na boca, o gosto salgado
das lágrimas que escorrem
por sua face triste
Soluçando, seca o pranto e escreve...


Quando escreve, sobre o amor
seu versejar suave, nos acaricia
é o mel, a seiva doce
que nos alimenta, afaga nossa alma


Quem és tu?
Tu és Cida Luz poetisa de alma linda
Em nossos corações
semeia versos e germina amor

(Van Albuquerque)
20/10/08

Poema dedicado a querida amiga e poetisa Cida Luz

Saudades de ti


Saudades de ti


A saudade que sinto de ti
faz meus olhos navegarem
ao sabor do vento...
Entristecidos
buscam o aroma doce
de suas palavras
na brisa que sopra morna
e toca minha pele fria...

(Van Albuquerque)
02/11/08

Aprendendo a amar


Aprendendo a amar


Sábio, seu amor me cativou
em seus braços
encontro aconchego fértil
para minha felicidade
sinto-me segura
aninho os meus sonhos...
Seu carinho me ensina
um novo jeito de caminhar...
Seu amor
me ensina o que é amar!...

(Van Albuquerque)
03/11/08

Hoje...


Hoje...



Hoje, estou sem tempo
para relembrar
o passado


Acariciar a saudade
lembrar-me de ti
de nós...


Hoje, despi a tristeza
apaguei as lágrimas
vesti as cores da alegria


Com um sorriso na face
irei em busca
da felicidade

(Van Albuquerque)
02/11/08

Adormeço a poesia


Adormeço a poesia


Sem ti calo as palavras
adormeço a poesia...
Mergulho em meu silêncio
te encontro versejando
dentro de mim!...

(Van Albuquerque)
02/11/08

Embriagada de amor


Embriagada de amor


Um vício gostoso
tomou conta
de minha solidão...


Feito vinho
embriaga minha alma
causa um doce torpor


Estou por ti
embriagada de amor
saboreando prazeres ...


No cálice
de sua boca macia
bebo ávida seus beijos


Recebo de ti
o néctar do prazer
satisfaço meus desejos...

(Van Albuquerque)
01/11/08

Beijo atrevido


Beijo atrevido


O teu melhor beijo
é quando sua boca
pousa sôfrega
sobre meus lábios...

Quando sua língua
cheia de desejos
passeia calada
por meu corpo...

Beijo atrevido
sem censuras
arrepia de prazer
minha pele nua!...

(Van Albuquerque)
29/10/08

Poema singelo


Poema singelo


Minha alma dói
escrevo na areia...
Meu olhar, lê em silêncio
o desenho fugaz...
Um coração!

Dentro dele
uma pequena inscrição
palavras sinceras
poema singelo...
Eu te amo

O vento sopra
ondas, chegam sorrateiras
apagam o desenho
levam para o mar
meu poema...

Dentro de mim
nada, consegue apagar
meus sentimentos
meu amor
por ti!...

(Van Albuquerque)
27/10/08

Poesia orvalhada


Poesia orvalhada



Sua ausência,
silencia meu coração...
Meus olhos entristecidos
pingam, gotas de saudades


Suaves, orvalham
as rosas, que recebi de ti...
Soluços, se escondem
entre pétalas róseas, sedosas


Na urgência de ti,
meus sonhos vagueiam
desejos desfolham-se,
pelo caminho...


Róseos sentimentos
espalham-se, soltos ao vento
chão forrado de pétalas
poesia orvalhada

(Van Albuquerque)
22/10/08

Meu corpo...


Meu corpo...


Meu corpo está febril
uma duna quente
a te desejar...
Teu olhar,
se finge de adormecido
para me espreitar...
Deixe-me mergulhar
banhar minha pele
amenizar essa febre
nas espumas, ondas suaves
do teu mar...
Deixe-me em seu caís
meus desejos ancorar...

(Van Albuquerque)
21/10/08

Venha me amar



Venha me amar


Quero em você
aconchegar o meu amor
acariciar sua pele quente
no seu peito nu
deitar todo o meu carinho


Em seu abraço
quero me envolver inteira
em sua boca me perder
com amor tocar sua alma
afagar seus desejos


Venha
sinta de mim o sabor
embriague-se com meu cheiro
se entregue ao prazer
de me amar

(Van Albuquerque)
19/10/08

Meu destino é poesia


Meu destino é poesia



O destino
não cede, a minhas vontades
sagaz, interfere em minha vida
em instantes, se transforma
em meu mais, impiedoso algoz


Sorrindo brinca
com meus sentimentos
astuto, muda nossos caminhos
fere e machuca minha alma
causa em mim solidão, saudades e dor


Mas o destino, não conseguirá mudar
meus sentimentos...
Por ti, seguirei suspirando
desfolhando, meus versos
um jardim florido de afetos, pelo caminho...


Fiz de ti, minha poesia
meu destino...
Escrito em versos de amor, desejos...
Meu destino, minha poesia
ter você comigo, para sempre me amando...

(Van Albuquerque)
18/10/08

Acalanto


Acalanto


Manhã clara
poesia sussurra
canta versos
ao vento
minha alma arredia
para e espia
solitária se refugia
no acalanto suave
da melodia

(Van Albuquerque)
15/10/08

Seu carinho e amor


Seu carinho e amor



Você chegou
num dia tempestivo
em que meus olhos
choviam torrencialmente
tristeza e solidão


Trazia nas mãos
um ramalhete de carinho
no olhar terno
tímido feito o anoitecer
reluzia o brilho do amor


Nos lábios
um sorriso sincero
alegre feito o amanhecer
num jardim em flor
me encantou


Seu carinho
cerceou minha tristeza
Seu amor
feito um furacão
arrebatou-me da solidão


Você chegou
com jeito manso
adentrou em minha vida
quando a dor da tristeza
e solidão mais doía


Com carinho e amor
fez meus olhos sorrirem
cessar a chuva torrencial
de tristeza e solidão
que em mim chovia

(Van Albuquerque)
15/10/08


Meus sentimentos deliram


Meus sentimentos deliram



Meus sentimentos
acordaram com saudades...
Deliram febris
devaneando, segredam a manhã
meu amor por ti


Incansáveis, te buscam
venha me abraçar
seduzir os meus sonhos
aconchegar meus delírios...
Venha me amar!?


Faz de seu corpo
um acalanto, regaço de carinho
para meus sentimentos...
Um ninho gostoso
para satisfazer, meus desejos

(Van Albuquerque)
14/10/08

Ausência


Ausência



Na tua ausência
sinto-me um barco
a navegar...

Mar impetuoso
de lágrimas
molham as palavras

Ondas de saudades
transbordam
molham o poema

Tua ausência
é lágrima que dói
apaga as letras

Deságua
num mar ansioso
dentro de mim...

(Van Albuquerque)
13/10/08

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Ser criança


Ser criança


Ser criança
é ter ingenuidade
viver com inocência
brincar de faz de conta
num mundo diferente

Um mundo de descobertas
feito de brincadeiras
de momentos felizes
repleto de paz
sonhos e esperanças

Ser criança
é com um sorriso
saber encantar
enxugar uma lágrima
acalmar um coração triste

Saber amar e perdoar
ser forte sábio e humilde
acordar e espreguiçando
brincar de colorir o mundo
fantasiar e saber viver

Ser criança
é a lição diária na cartilha
que todo adulto
deveria aprender a ler
para sobreviver

( Van Albuquerque)
11/10/08

Sabor de amor


Sabor de amor


Gosto de sentir
o sabor de amor
no teu beijo
carinhoso e doce

Aroma sedutor
de seus lábios
afagando
delicadamente os meus

Suspirando palavras
seus lábios
compõem versos
um poema de amor

Seus lábios
quando me beijam
dizem EU te amo
com sabor de amor

(Van Albuquerque)
09/10/08